- Ela: Para que esse ciúmes todo?
- Ele: Não é ciumes, é só medo de te perder.
- Ela: Você não vai me perder, não confia em mim?
- Ele: Em você eu confio, não confio é neles.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
…quando te perguntam se está tudo bem, quando tudo está desabando, você tenha que dizer que está tudo ótimo. Porque talvez essa pessoa não mereça saber dos seus problemas, ou tampouco tenha a capacidade de te ajudar com eles. Ou ainda, talvez ela não queira se importar com você. Esse é o ponto. Você acaba vendo que você se importa muito com as pessoas erradas. Claro, com as certas também, mas essas nunca te trouxeram problemas. Você espera muito de pessoas que nada podem oferecer. E é aí que tudo muda. Você fica triste, decepcionada, por ter esperado tanto daquela pessoa e depois ver que tudo foi em vão. Você se preocupou, você se importou com tudo, você fez de tudo pra ver essa pessoa feliz, e ela não deu valor algum. Você senta e chora. Se sente a pior pessoa do mundo. Sua auto-estima abaixa bruscamente. Nada vai fazer você se sentir melhor. A não ser… uma outra pessoa. Aquela que sempre está ao seu lado. Aquela que te ama além de tudo que você já imaginou ser possível. Aquela pessoa maravilhosa que com simples palavras, pode transformar seu dia. Aquela que sempre pode te ajudar por experiência ou por simples vontade de ajudar. Aquela que você, também, ama além de tudo. Aquela pessoa que você sabe que sempre, não importa o que aconteça, continuará te amando. E você… Bom, cada dia o seu amor vai aumentar mais por essa pessoa. Porque você sabe que sempre poderá contar com ela e ela sempre vai te amar.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
“Não, sentir ciúmes não é tão simples assim. Ficar vasculhando cada rede social, cada vestígio de um comentário maldoso, horas e horas buscando algo que você não quer achar - mas não para de procurar. E se acha alguma coisinha - por menor que seja. Sofre antes, se tortura a cada segundo e morre aos minutos. É, sentir ciúmes cansa, machuca. E a gente não é nem capaz de parar de sentir essa droga quando queremos. Nem de longe seria tão fácil assim.”
Eu esperei você, ou até não esperei, mas eu achei quando houvesse a volta, tudo iria se acertar, mesmo que não fosse como antes, você estaria ali, para eu confiar meu maiores segredos, desejos e vontades. Pensei que quando fosse cair você fosse me levantar, e iria dizer palavras que iriam confortar toda aquela minha dores que vinham do nada, mas que com suas palavras sumiam com uma velocidade esplendida, mas não é nada assim né. Você não foi embora, você fugiu, se excluiu, e me deixou aqui, com um coração quebrado, mais uma vez e para quem falava que nunca ia sair e se foi, promessas indo de males a piores. Eu tentei, eu sinceramente tentei estar contigo, chorei por semanas, rezei todos os dias, mas creio que quando aconteceu tudo isso, Ele já sabia que você ia fazer isso comigo, e começou a me preparar, porque Ele sabe como eu sou, e sabe que ia sentir muita dor com isso, mas mesmo assim eu vou me levantar ainda, mais forte, com mais sentimentos, de um jeito que você vai olhar para mim e falar: - Por que eu não fui atrás dele, porquê? E eu vou estar com minha nova namorada, sorrindo e quando você passar por mim, eu vou acenar para você e sorrir, por educação é claro, eu desejo para você as melhores coisas do mundo, porque eu não quero que sinta a dor que sinto, a ultima coisa que eu quero é o mau das pessoas, e você não deixa de ser uma. Sorria, porque o homem que você fez de otário está se levantando, só não venha atrás quando não tiver mais chances, porque cada dia que passa, consigo me desprender de um pouco de você. E como Projota diz: - Eu queria terminar com a rima mais pesada, mas se eu não posso dizer que eu te amo, prefiro dizer nada. Foi bom enquanto durou, e durou enquanto tava sendo bom, mas acabou, desculpa ai, mas acabou.
Uma passagem camuflada. . .
A garota abriu o livro.
Dedilhou-o calmamente, com dedos costumeiramente famintos, ansiosos, mas pacientes. Estava sentada no chão frio da varanda, sentindo a brisa gélida beijar seu rosto, degustando a sensação de completa paz na qual estava imersa. Era noite, e sobre si mesma pairava o elegantíssimo pedaço da lua, o único vestígio de inspiração que o céu a concedia. A menina ainda não havia lido o livro e, especialmente por isso - porque aquelas páginas estavam cobertas por um esplêndido véu de mistério -, a comoção residia. Finalmente, sobre a primeira página foram postos os olhos dela, e a seguinte ordem foi lida: ESCREVA.
Surpresa, começou a pensar. Havia consumido tantas palavras, aprisionado em seu cérebro a imensidão de tanto conhecimento, que talvez - ou melhor, provavelmente - estivesse pronta para vomitar tudo em pedaços de papel.
Fechou o livro e tascou um beijo em sua capa pintada. Entrou na casa, pegou dois lápis e fez-se história:
“Os corpos imploram por mais alma, o mundo chora lágrimas que, antes mesmo decaírem, já se amarguram. Mas, ainda assim, há muitos sorrisos ingênuos, muita felicidade camuflada em medos fúnebres, muita solidão à espera de companhia.”
Com os dedos antes ansiosos completamente concentrados, mexendo de um lado para o outro, continuou.
E a noite fez-se eterna…
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Sinto falta das coisas que me dizia, das promessas que me fazia. Sinto falta do cheiro unicamente dele que eu sentia quando ele pegava meu casaco emprestado. Sinto falta das conversas, das noites de sono perdidas. Sinto falta daquela segurança que cada abraço dele me passava. Sinto falta dele. De cada sorriso, de cada palavra, de cada toque. Sinto falta das ligações inesperadas. Sinto falta do silêncio quando não se tinha nada para dizer. Sinto falta de como tocava o meu cabelo e do modo como me fazia sentir viva a cada gesto, a cada olhar, a cada beijo. E como se não bastasse essa saudade que me corrói por dentro, eu preciso conviver com essa solidão, que me tortura e me atormenta, todos os dias.
“Dói. Se me perguntarem o que acontece, só saberei responder isso: dói. Se me perguntarem onde é a dor, ainda assim só responderei: dói. Tudo tem a ver com aquele grito reprimido, aquele sonho escondido, aquele choro nem sempre contido: dói. Aquela vontade de cortar a garganta para não poder gritar. Aquela vontade de arrancar os olhos só pra não poder ver. Aquela vontade de esmagar o coração só para não poder sentir. Mesmo com todas essas coisas incapacitadas ainda assim doeria. Porque não está na garganta, nos olhos, no coração. Está em toda parte.”
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Pode parecer arcaico para as crianças dos dias hoje mas eu não precisei de um namorado pra ser mais feliz quando era pequena ou de maquiagem para ser mais bonita.A felicidade de ser criança era poder me encher de sorvete e doritos e a beleza era poder usar todas minhas fantasias quando ia sair.Sabe, eu era feliz e bonita de verdade e não sabia.
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